Segundo os advogados, a reclamação foi rejeitada em decisão individual de um ministro. A defesa informou que vai recorrer para que o caso seja analisado por um colegiado do tribunal.
Os advogados negam que Morgado tenha relação com o crime organizado ou com o tráfico de drogas. Em nota, afirmam que a investigação tenta atribuir a ele condutas de terceiros.
“Até o momento, não foi identificado elemento objetivo que demonstre o recebimento de recursos ilícitos, vantagem financeira, favorecimento indevido ou qualquer benefício relacionado à campanha eleitoral de 2024”, diz a defesa.
Morgado foi preso na Operação Vectura Corrupta, da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo (MPSP). As investigações apontam que sua campanha à Prefeitura de Praia Grande, em 2024, teria sido financiada pela facção.
No início do mês, a esposa dele, Luciene Athaydes, foi alvo de mandado de busca e apreensão na Operação Helmintos. A ação investiga um grupo suspeito de lavar cerca de R$ 1 bilhão e de ampliar a influência da facção sobre atividades econômicas na Prefeitura.
Mesmo preso, Morgado recebeu mais de 9 mil votos nas eleições de domingo (4) e ficará como suplente do PL na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
A prisão temporária tem prazo de 30 dias.

Comentários
Entre para comentar
É rápido e gratuito. Apenas contas com e-mail confirmado podem comentar.
Entrar / criar conta