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Santos reforça vigilância e prevenção contra o sarampo após alerta epidemiológico

A Prefeitura de Santos vai reforçar as ações de prevenção e vigilância contra o sarampo em toda a rede municipal de saúde. A medida foi adotada após o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) do Estado emitir alerta epidemiológico aos municípios devido à confirmação de cinco casos da doença no Esta

Redação Viver em Santos
8 de julho de 2026
2 min de leitura
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Santos reforça vigilância e prevenção contra o sarampo após alerta epidemiológico

A Prefeitura de Santos vai reforçar as ações de prevenção e vigilância contra o sarampo em toda a rede municipal de saúde. A medida foi adotada após o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) do Estado emitir alerta epidemiológico aos municípios devido à confirmação de cinco casos da doença no Estado.

Embora Santos não tenha registrado casos da doença neste ano, a Secretaria de Saúde reforçará os protocolos de identificação precoce, notificação imediata e adoção das medidas de prevenção e controle, tanto nos serviços públicos quanto na rede privada.

"O principal objetivo é prevenir a doença e proteger a saúde da população. Mesmo sem casos registrados em Santos, vamos reforçar os protocolos de vigilância para garantir uma resposta rápida diante de qualquer suspeita", afirma o secretário de Saúde, Fábio Lopez.

Segundo o alerta do CVE, a confirmação de casos em São Paulo aumenta o risco de importação da doença para outros municípios. Por isso, o documento orienta que os serviços de saúde intensifiquem a vigilância epidemiológica e mantenham atenção aos casos suspeitos.

A vacina contra o sarampo está disponível em todas as policlínicas da rede municipal, conforme o Calendário Nacional de Vacinação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Até o momento, Santos não registra casos confirmados da doença em 2026. Entre janeiro e maio, a cobertura vacinal de crianças menores de 2 anos alcançou 88,09% para a primeira dose e 77,51% para a segunda dose.

• Manter elevado grau de suspeição para pacientes com febre e exantema maculopapular, associados à tosse, coriza e/ou conjuntivite, principalmente quando houver histórico de viagem, contato com viajantes ou vínculo epidemiológico.

• Implementar imediatamente o isolamento respiratório dos casos suspeitos para reduzir o risco de transmissão, especialmente em ambientes hospitalares.

• Garantir o uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) pelos profissionais de saúde.

• Notificar todos os casos suspeitos à Vigilância Epidemiológica Municipal em até 24 horas.

Com informações da Prefeitura de Santos.

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