A decisão de Cury foi anunciada nesta quinta-feira (8), após uma conversa por videochamada com Flávio. O escritor condicionou o apoio à assinatura de uma carta de compromissos, que inclui propostas para educação, saúde, proteção às mulheres, incentivo ao empreendedorismo e à agricultura, além de medidas voltadas à pacificação nacional. Cury recebeu cerca de 3,45 milhões de votos no primeiro turno, o equivalente a 2,89% dos votos válidos.
Também declararam apoio a Flávio os ex-candidatos Ronaldo Caiado e Romeu Zema, que governaram Goiás e Minas Gerais, respectivamente, além de Clariana Barão, que também disputou a Presidência.
No campo partidário, o senador conta com o apoio do Novo, do Republicanos, do Podemos e da federação União Progressista, formada por União Brasil e PP.
As articulações buscam ampliar a base política do candidato na reta final da eleição. As declarações, porém, não significam necessariamente que todos os eleitores dos políticos e partidos aliados seguirão a mesma orientação nas urnas.
Flávio Bolsonaro disputa o segundo turno com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A votação está marcada para 25 de outubro.

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