A defesa solicitou, na quinta-feira (29), acesso aos dados brutos extraídos do celular que estão sob a guarda da Polícia Federal. O objetivo é comparar o material da investigação com a análise técnica realizada pelo perito contratado pelo banqueiro.
Entre os pontos levantados no laudo estão o possível manuseio do aparelho após a apreensão, a criação e modificação de centenas de arquivos enquanto o celular estava sob custódia do Estado e a existência de registros com datas posteriores à extração dos dados. O documento também aponta possíveis falhas na cadeia de custódia, procedimento que busca garantir a preservação e a integridade de provas desde a coleta até sua análise.
Segundo Sergio Leonardo, se as alterações forem confirmadas, a defesa pedirá ao Supremo Tribunal Federal (STF) que as provas sejam retiradas do processo e anuladas, assim como outras que tenham sido obtidas a partir delas.
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