A decisão ocorreu após um recurso apresentado pelo Ministério Público de São Paulo. Em outubro de 2025, Rafaela havia deixado de responder pelo homicídio por decisão da Justiça, que considerou não haver provas suficientes para levá-la a julgamento pelo crime. Na ocasião, ela foi solta depois de passar mais de um ano presa.
Com a nova decisão, Rafaela volta a responder pelo homicídio, mas continuará em liberdade. O pedido para que ela fosse presa novamente foi rejeitado. A defesa informou que pretende recorrer aos Tribunais Superiores.
Ainda não há data marcada para o julgamento.
Igor, de 27 anos, foi morto a facadas no apartamento da irmã, Marcelly Peretto. O cunhado da vítima, Mário Vitorino, é apontado como responsável pelos golpes. Os dois continuam presos e também serão julgados pelo Tribunal do Júri.
A decisão desta quinta-feira também retirou dos três acusados a acusação de que o crime teria sido cometido de forma a dificultar a defesa de Igor. Segundo a defesa de Mário, a mudança considera, entre outros pontos, a conclusão da investigação de que não houve premeditação.
Com a decisão, Rafaela volta a responder pela morte do marido e deverá ser julgada pelo Tribunal do Júri ao lado dos demais acusados. A data do julgamento ainda será definida pela Justiça.
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